Religião e ciência são inconciliáveis
Raphael Andrade
Desde os tempos mais antigos a questão entre ciência e religião entram em um conflito direto. Entram em conflito, pois cada lado defende o seu ideal do que é realmente verdadeiro, defende a sua verdade, rejeitando a união entre si.
Para os cientistas, a ciência esta ligada ao real, ao verdadeiro, tentando explicar ao homem desde sua origem, a origem do mundo, dos cosmos, do universo a que estamos atrelados. Mas a ciência tenta explicar tudo isso através de dados, fatos, e provas que compactuem com a realidade que é mostrada ao homem. Então a ciência é um esforço secular de reunir, através de um pensamento sistemático, os fenômenos perceptíveis deste mundo, é a tentativa de reconstrução posterior da existência pelo processo da conceituação.
A grande questão é que os seres humanos tendem a fugir da realidade, dos problemas do mundo, da morte. Com base nisso o homem acaba criando um mundo separado do real, um mundo onde tenta se criar respostas das quais nem os cientistas conseguem responder. O homem cria um refúgio para si próprio, cria a fé em algo, uma crença.
Através desta necessidade de se apoiar em algo que não é real - que foi o caso até mesmo do surgimento dos mitos - surge à religião, que são como sonhos da alma humana que só podem ser vistos através da fé e não cientificamente. São fatos que não possuem provas de terem realmente acontecido, apenas quem tem fé pode crer nesta “realidade”. A religião pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a humanidade considera como sobrenatural, divino e sagrado.
Ao contrário da ciência, a religião não exige uma fundamentação racional.
Um conflito surge entre a ciência e a religião, por exemplo, quando uma comunidade religiosa insiste na absoluta veracidade de todos os relatos registrados na Bíblia. Isso significa uma intervenção da religião na esfera da ciência; é aí que se insere a luta da Igreja contra as doutrinas de Galileu e Darwin. Por outro lado, representantes da ciência tem constantemente tentado chegar a juízos fundamentais com respeito a valores e fins com base no método científico, pondo-se assim em oposição à religião.
Portanto estes dois discursos sempre entraram em conflito, pois, a modernidade, o próprio avanço tecnológico sustenta alguns impasses e retarda qualquer tipo de conciliação entre cientistas e religiosos. As pesquisas recentes com células-tronco, a clonagem e até mesmo os alimentos geneticamente modificados contrapõem ciência e religião, levantando uma questão: até onde vai o poder da ciência para se criar vida?
Raphael Andrade
Desde os tempos mais antigos a questão entre ciência e religião entram em um conflito direto. Entram em conflito, pois cada lado defende o seu ideal do que é realmente verdadeiro, defende a sua verdade, rejeitando a união entre si.
Para os cientistas, a ciência esta ligada ao real, ao verdadeiro, tentando explicar ao homem desde sua origem, a origem do mundo, dos cosmos, do universo a que estamos atrelados. Mas a ciência tenta explicar tudo isso através de dados, fatos, e provas que compactuem com a realidade que é mostrada ao homem. Então a ciência é um esforço secular de reunir, através de um pensamento sistemático, os fenômenos perceptíveis deste mundo, é a tentativa de reconstrução posterior da existência pelo processo da conceituação.
A grande questão é que os seres humanos tendem a fugir da realidade, dos problemas do mundo, da morte. Com base nisso o homem acaba criando um mundo separado do real, um mundo onde tenta se criar respostas das quais nem os cientistas conseguem responder. O homem cria um refúgio para si próprio, cria a fé em algo, uma crença.
Através desta necessidade de se apoiar em algo que não é real - que foi o caso até mesmo do surgimento dos mitos - surge à religião, que são como sonhos da alma humana que só podem ser vistos através da fé e não cientificamente. São fatos que não possuem provas de terem realmente acontecido, apenas quem tem fé pode crer nesta “realidade”. A religião pode ser definida como um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que a humanidade considera como sobrenatural, divino e sagrado.
Ao contrário da ciência, a religião não exige uma fundamentação racional.
Um conflito surge entre a ciência e a religião, por exemplo, quando uma comunidade religiosa insiste na absoluta veracidade de todos os relatos registrados na Bíblia. Isso significa uma intervenção da religião na esfera da ciência; é aí que se insere a luta da Igreja contra as doutrinas de Galileu e Darwin. Por outro lado, representantes da ciência tem constantemente tentado chegar a juízos fundamentais com respeito a valores e fins com base no método científico, pondo-se assim em oposição à religião.
Portanto estes dois discursos sempre entraram em conflito, pois, a modernidade, o próprio avanço tecnológico sustenta alguns impasses e retarda qualquer tipo de conciliação entre cientistas e religiosos. As pesquisas recentes com células-tronco, a clonagem e até mesmo os alimentos geneticamente modificados contrapõem ciência e religião, levantando uma questão: até onde vai o poder da ciência para se criar vida?
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