Jornalismo Investigativo, qual seu significado para a Imprensa?
Rúbia Menezes
O Jornalismo tem como papel informar e transmitir mensagens à população, mas ao mesmo tempo tem como objetivo investigar e denunciar o que há de errado, não só a sociedade, mas também às autoridades.
Nesse ramo do Jornalismo, houve muitos fatos, entre os quais destacamos a morte do jornalista Tim Lopes, que investigava o tráfico de drogas em um morro no Rio de Janeiro quando foi brutalmente assassinado pelos próprios bandidos, outro caso de destaque foi quando o jornalista Roberto Cabrini em 1994, na época trabalhando na Rede Globo de Televisão, entrevistou Paulo César Farias (o PC) em seu “esconderijo” que até então ninguém sabia onde era, até porque ele era dado como foragido da justiça. Ele fora acusado na época que era tesoureiro de campanha do então candidato a Presidente da República Fernando Collor de Mello de desviar uma grande quantidade de dinheiro, fora preso e liberado tempos depois devido a um habeas corpus. No mesmo ano foi encontrado morto com um tiro no peito ao lado da então namorada Suzana Marcolino em sua casa de praia em Maceió (AL).
Nesses casos, amplamente divulgados pela mídia, o que se vê é um fato real, não uma mera coincidência. Fatos são apurados pela imprensa, que na maioria dos casos são levados às autoridades, que por sua vez nem sempre faz-se investigar completamente, pior ainda, acobertam os criminosos, as vezes até fazem do crime uma queima de arquivo. O que há de fato é que nem sempre as autoridades fazem uma investigação do jeito que tem que ser e quando o fazem, nem sempre se investiga direito. Precisamos fazer do Jornalismo Investigativo, algo melhor.
Rúbia Menezes
O Jornalismo tem como papel informar e transmitir mensagens à população, mas ao mesmo tempo tem como objetivo investigar e denunciar o que há de errado, não só a sociedade, mas também às autoridades.
Nesse ramo do Jornalismo, houve muitos fatos, entre os quais destacamos a morte do jornalista Tim Lopes, que investigava o tráfico de drogas em um morro no Rio de Janeiro quando foi brutalmente assassinado pelos próprios bandidos, outro caso de destaque foi quando o jornalista Roberto Cabrini em 1994, na época trabalhando na Rede Globo de Televisão, entrevistou Paulo César Farias (o PC) em seu “esconderijo” que até então ninguém sabia onde era, até porque ele era dado como foragido da justiça. Ele fora acusado na época que era tesoureiro de campanha do então candidato a Presidente da República Fernando Collor de Mello de desviar uma grande quantidade de dinheiro, fora preso e liberado tempos depois devido a um habeas corpus. No mesmo ano foi encontrado morto com um tiro no peito ao lado da então namorada Suzana Marcolino em sua casa de praia em Maceió (AL).
Nesses casos, amplamente divulgados pela mídia, o que se vê é um fato real, não uma mera coincidência. Fatos são apurados pela imprensa, que na maioria dos casos são levados às autoridades, que por sua vez nem sempre faz-se investigar completamente, pior ainda, acobertam os criminosos, as vezes até fazem do crime uma queima de arquivo. O que há de fato é que nem sempre as autoridades fazem uma investigação do jeito que tem que ser e quando o fazem, nem sempre se investiga direito. Precisamos fazer do Jornalismo Investigativo, algo melhor.
2 comentários:
Cara Rúbia, minha companheira de curso e de Universidade.
Li o seu desabafo e percebi que você escolheu alguns casos que, por acaso do destino, terminaram em morte. Percebi também que você deve gostar de jornalismo investigativo, e que gostaria de mudar alguns pontos nele.
Porém, quais seriam esses pontos? Quais aspectos do jornalismo investigativo você acha que deve ser mudado?
Pergunto isso, porque, não acho que os problemas do jornalismo investigativo esteja na prática do mesmo, e sim, na maneira como ele é feito.
Por exemplo, sabemos que: o que vende mais, é o que interessa mais, sendo assim, nem sempre o que é necessário informar chega ao público como deveria.
Deixo um exemplo atual: O jornalista César Trali, da Rede Globo, publicou a matéria do "Mensalão", no dia seguinte a apresentação da matéria, veiculada no Jornal Nacional, ele foi suspenso pela emissora, aparecendo tempos depois "fazendo matérias de chapa-branca".
A rede Globo, contestada pelo ato, argumentou em nota, publicada na Folha de São Paulo, e em outros jornais do país, que estava resguardando a "imagem" do profissional.
Sabemos, como estudantes de comunicação, que as coisas não são bem assim, como nos é transmitidas.
Concluo fazendo a seguinte pergunta: Por que, o caso (Cesar Trali) não foi apurado posteriormente ao ocorrido? Profissionais de TODA a imprensa parecem estar satisfeitos com a maneira que a "coisa" vem sendo feita. Será o comodismo ou a auto-censura?
Thiago Rosa
AO verificar o que escreveu, fica evidente que a sua conclusão se baseia somente nas informações transmitidas em sala de aula e nada mais, portanto é simplesmente mera reprodução do discurso.
O J.I, não a grosso modo desempenha o papel de informar, fiscalizar, e segundo R.K, descobrir aquilo que é de importancia da sociedade e que alguem por algum motivo esta tentando esconder. Já parou pra pensar que o J.I não desempenha a função policial???
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